A cantora Katy Perry criticou a Casa Branca depois de terem usado uma das suas músicas, “Firework”, num vídeo sobre a guerra no Irão. Artista afirmou estar “chocada” com o sucedido.
Katy Perry não ficou indiferente ao uso da sua música pela Casa Branca e fez questão de reagir publicamente.
A cantora mostrou-se “chocada” e criticou o facto de a Casa Branca ter usado a sua música “Firework” num vídeo com imagens de ataques militares perante a guerra no Irão.
O referido vídeo foi publicado na conta oficial da Casa Branca no TikTok, na quinta-feira, dia 23 de julho, com imagens de mísseis a explodir enquanto a letra “boom, boom, boom” é reproduzida. “O Irã foi avisado”, escreveram na legenda do vídeo.
Este sábado, dia 25 de julho, a artista, de 41 anos, fez uma publicação no X (antigo Twitter) a manifestar-se sobre o uso da sua música, que foi lançada em 2010.
“Estou profundamente chocada e indignado ao ver «Firework» a ser usada na conta do TikTok da Casa Branca como banda sonora para vídeos de ataques militares. Eu não autorizei isto, não fui consultada e não concordo de todo com isto”, escreveu a cantora.
“Escrevi esta música para ser um hino de esperança, cura e força interior para pessoas que estão a passar pelos seus momentos pessoais mais sombrios. Ver uma mensagem de autoestima a ser usada como arma para banda sonora de destruição e violência é uma completa violação de tudo o que a minha música representa. A minha música é para unir as pessoas, não para celebrar a guerra”, fez questão de realçar.
I am deeply appalled and angry to see “Firework” used on the @WhiteHouse TikTok account as a backing track for video footage of military strikes. I did not approve this, I was not asked, and I absolutely do not condone it.
I wrote this song to be an anthem of hope, healing, and…
— KATY PERRY (@katyperry) July 25, 2026
Katy Perry não é a primeira artista a manifestar-se após o uso indevido de uma das suas músicas. A cantora junta-se agora a nomes como Céline Dion, Bruce Springsteen, Linkin Park, Neil Young, Olivia Rodrigo, Sabrina Carpenter e Radiohead, que anteriormente também pediram ao governo de Donald Trump para não usarem os seus temas nas redes sociais ou noutras plataformas.


